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Kallil Nepomuceno: entre o sacro e o profano

Texto: Renato Ferreira

 

As tendências cíclicas entre os anos 1990 e os tempos atuais, que sempre entram nas tendências das passarelas mundiais, foram só com o começo para se pensar na coleção atual de Kallil Nepomuceno. O sacro e o profano, distribuídos entre uma das canções mais icônicas da era – Vogue, de Madonna – agitou e fez muita adrenalina correr nas veias de quem assistiu seu desfile durante o DFB Festival 2019. Tudo regado por muitos anjos, cupidos, florais incorporados por brilhos, paetês e cores de uma festa sem hora para acabar.

Foto: Roberta Braga e Chico Gomes

Transparências, tecidos telados, plumas, tules… Tudo com os gracejos e a simplicidade da estamparia projetada e o uso dos paetês, que gerou todo o movimento elegante e cheio de bossa do estilista. As cores são inseridas de modo sublime, começando pelo azul e rosa até se esquentarem para o verde esmeralda, amarelo ouro, tons alaranjados fogo, rosa choque, preto e os beges metalizados. A beleza trouxe uma mulher com olho muito marcado e boca nua, deixando muito clara sua proposta narrativa de misturar os universos e criar o próprio mundo de Kallil.

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