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Ventos e frescor em Éolo, a nova coleção de Saldanha

Texto: Renato Ferreira

 

Os ventos que refrescam o calor cearense, abençoados e gerados por uma divindade grega, foi a inspiração da nova coleção de Saldanha, que leva o nome de seu deus, Éolo. Com uma estética contemporânea, que amarra suas narrativas entre a antiguidade até os tempos atuais, ele deixou a passarela mais fresca, cheia de delicadezas esvoaçantes até chegar em uma energia pura; tudo muito bem bordado por uma cartela de cores que partia do branco 100%, passava pelos tons de areia e desembarcava no neon.

Foto: Roberta Braga e Chico Gomes

Remeter às populações cearenses foi uma das pegadas mais fortes na passarela. O uso da tela, que relembra aos pescadores, além do crepe, alfaiataria e tules plissados com toda a sofisticação e elegância dos materiais e da deusa Vênus – responsável pelos ventos do Norte – mostraram ainda uma preocupação muito clara com a utilização de energias limpas e renováveis (como a eólica). A beleza, muito natural, também vai de encontro com a divindade feminina, muito parecida com a relação imagética cearense.

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